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CEDAE dará início à construção de novo reservatório em fevereiro

Novo Marapicu, na Baixada Fluminense, terá capacidade para 55 milhões de litros, e será construído pela OEC

Está previsto para fevereiro o início das obras de construção do reservatório de água da CEDAE Novo Marapicu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A estrutura terá capacidade de armazenar 55 milhões de litros de água e será o maior da companhia estadual. A obra, estimada no valor de R$ 278 milhões, será tocada pela OEC – Engenharia e Construção (antiga Odebrecht). O resultado da licitação já foi homologado e o prazo de conclusão do projeto é de 30 meses.

O reservatório Novo Marapicu vai integrar o sistema de abastecimento do Novo Guandu. Além dessa estrutura, o projeto inclui a construção da Estação de Tratamento de Água (ETA) Novo Guandu, duas elevatórias (uma de água bruta e outra de água tratada), adutora de água tratada com 3,9 quilômetros e de tronco distribuidor com um quilômetro de extensão. A futura estação terá capacidade de produzir 12 mil litros de água potável por segundo, o que possibilitará o abastecimento para três milhões de moradores da Baixada Fluminense. Essa futura instalação de purificação já teve suas obras de terraplenagem iniciadas.

Ao todo, o novo sistema, que já conta com a antiga ETA Guandu, passará a tratar 55 mil litros por segundo para a Região Metropolitana do Rio. Com a nova estrutura, serão beneficiados moradores dos municípios de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, São João de Meriti, Nilópolis e Belford Roxo e na capital, Rio de Janeiro. No entanto, o objetivo é atender ao todo a 12 milhões de consumidores no Grande Rio.

Todas as estruturas de tubulação utilizarão aço carbono. A obra terá seu acompanhamento em BIM (Building Information Modeling), ou Modelagem de Informação da Construção, em português. Trata-se de uma tecnologia de planejamento e acompanhamento das obras totalmente digital, que possibilita maior eficiência e assertividade na execução dos projetos. No seu pico de produção, está prevista a geração de 400 empregos diretos e a utilização de cerca de 46 equipamentos.

“Estamos entusiasmados com a oportunidade de participar de uma obra com tamanho impacto social para a população do Rio de Janeiro. Para nós, é motivo de orgulho participar dessa iniciativa da CEDAE com impacto direto na saúde e qualidade de vida de milhões de pessoas”, ressaltou o Diretor de Contratos da OEC, Rogério Dourado.

Para saber mais sobre o quadro do saneamento básico da Baixada Fluminense, leia em Clube de Engenharia em Revista.

Foto: Luiz Lebreiro/CEDAE

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