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Museu Nacional tem o melhor curso de Arqueologia do país, segundo ranking britânico

Campus Praia Vermelha. Crédito: Fábio Caffé (SGCOM/UFRJ)

Instituição pertence à UFRJ, que possui mais de 20 áreas classificadas entre as 200 melhores do mundo

O Museu Nacional, instituição que pertence à UFRJ e que está em processo de reconstrução após incêndio em 2018, foi destaque no último World University Rankings by Subject 2023. O ranking britânico avalia universidades do mundo todo e apontou o curso de Arqueologia do lugar como o melhor do país. A Universidade carioca consegui ter mais de 20 áreas classificadas entre as 200 melhores do mundo, com destaque para Antropologia, que figurou entre as 50 melhores do planeta e em segundo lugar no Brasil. Arquitetura e as Engenharias Química, Civil e Elétrica também ficaram bem posicionadas.

“Como sempre temos enfatizado, o Museu Nacional atua em três áreas principais: geração de conhecimento, formação de pesquisadores nos campos das ciências naturais e antropológicas e divulgação científica. O incêndio de 2018 afetou muito as nossas exposições e, deste modo, nossas atividades relacionadas à divulgação científica. No entanto, estamos avançando na reconstrução do Museu e o reconhecimento à área de Arqueologia é uma excepcional notícia para a nossa instituição e demonstra mais uma vez que, apesar da enorme tragédia, o museu continua atuando de maneira exemplar na formação de recursos humanos para o desenvolvimento de pesquisa de qualidade”, afirma Alexander Kellner, diretor do MN.

Também foram destaques os cursos de Arquitetura, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), Arte e Design, da Escola de Belas Artes (EBA), História, do Instituto de História (IH) e Português/Inglês, da Faculdade de Letras (FL). Todas essas subáreas pertencem a Artes e Humanidades, área mais forte da instituição na avaliação do ranking, ocupando a segunda colocação no país.

Os cursos de Ciências Biológicas (Instituto de Biologia), Medicina, Farmácia e Psicologia destacaram-se também em segundo lugar no Brasil. Fazem parte da área de Ciências da Vida e Medicina, na segunda colocação nacional, com desempenho melhor do que no ano anterior.

No geral, das 34 áreas avaliadas na instituição, 21 se destacaram entre as 200 melhores do mundo.

O reitor da UFRJ em exercício, Carlos Frederico Leão Rocha, comemorou o bom resultado da Universidade no ranking.

“Parabenizo todo o corpo social que trabalha pelo funcionamento desta Universidade. Graças a essas pessoas que o desempenho da nossa instituição é reconhecido mundialmente hoje por meio desse ranking. A Reitoria trabalha para que a Universidade Federal do Rio de Janeiro seja vista como modelo, pois o sucesso das nossas instituições de ensino, pesquisa e extensão significa o avanço do nosso país”, pontua.

Confira o ranking global e nacional:

TOP 50 – Ranking Global
Posição no Brasil

Antropologia – 2°

TOP 101-150 Ranking Global
Posição no Brasil

Arquitetura – 2°
História – 2°
Fisiologia – 2°
Linguagens Modernas – 3°
Engenharia Química – 3°
Engenharia Civil – 2°
Engenharia Elétrica – 3°
Farmácia – 2°
Geografia – 2°
Economia em Política Internacional – 2°
Sociologia – 3°
Estatística e Pesquisa Operacional – 2°

TOP 151-200 Ranking Global
Posição no Brasil

Arqueologia – 1°
Ciência da Computação – 3°
Engenharia Mecânica – 3°
Ciências Biológicas – 2°
Medicina – 2°
Enfermagem – 3°
Ciências Ambientais – 2°
Matemática – 3°

O ranking
Produzido pela Quacquarelli Symonds, organização britânica de pesquisa especializada em ensino superior, o estudo avaliou 1.594 instituições classificadas em 54 temas em cinco grandes áreas temáticas. São elas:

Artes e Humanidades;
Ciências Sociais e Gestão;
Ciências Naturais;
Engenharia e Tecnologia;
Ciências da Vida e Medicina.

No ranking global dessas áreas, a pontuação da UFRJ ficou desta forma:

Artes e Humanidades – 120
Ciências Sociais e Gestão – 146
Ciências Naturais – 171
Engenharia e Tecnologia – 185
Ciências da Vida e Medicina – 229
Cinco indicadores são levados em consideração pelo ranking:

Reputação acadêmica;
Reputação perante empregadores;
Citações por artigos científicos;
Índice H (proposta que visa medir a estabilidade do impacto e da qualidade do trabalho publicado pelos cientistas das instituições);
Métrica da Rede Internacional de Pesquisa (IRN).

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